As forças militares dos Estados Unidos realizaram a captura de Nicolás Maduro neste sábado (3/1), em uma ação de grande escala denominada “Operação Resolução Absoluta”. Durante um pronunciamento oficial na Flórida, o presidente Donald Trump confirmou que o governo americano assumirá a administração temporária da Venezuela até que uma transição política seja concluída. A operação coordenada entre a CIA e o Departamento de Defesa envolveu mais de 150 aeronaves e resultou no desmantelamento dos sistemas de defesa venezuelanos, culminando na detenção de Maduro, que foi levado para o porta-aviões USS Iwo Jima.
Administração americana e justificativas para a intervenção
O governo dos Estados Unidos justificou a intervenção citando o envolvimento de Maduro com o narcoterrorismo e o Cartel de los Soles. Trump afirmou que sua equipe, incluindo o Secretário de Estado Marco Rubio e o Secretário de Defesa Pete Hegseth, trabalhará para “realizar uma transição segura, adequada e criteriosa” no país sul-americano. O presidente destacou que a economia petrolífera venezuelana era um fracasso sob o regime anterior e que a gestão americana visa estabilizar a região, garantindo que o controle só retorne aos venezuelanos quando as condições de segurança forem plenamente restabelecidas.
Reações internacionais e o futuro da região
A ofensiva militar gerou respostas imediatas na comunidade internacional, com condenações de países como Rússia, China e Irã. Enquanto o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva classificou o ataque como uma violação inaceitável da soberania, o argentino Javier Milei celebrou o ocorrido. Durante a coletiva, Trump evitou estipular prazos para a retirada das tropas e declarou enfaticamente que “o povo venezuelano está livre novamente”. O governo americano também enviou alertas a outros líderes regionais e indicou que a situação de Cuba será pauta de futuras discussões estratégicas.
