Operação Absolute Resolve: os detalhes da invasão dos EUA para capturar Maduro

Operação Absolute Resolve

Os Estados Unidos executaram uma intervenção militar sem precedentes na América Latina sob o codinome Operação Absolute Resolve. Durante meses, agências de inteligência monitoraram minuciosamente a rotina do líder venezuelano Nicolas Maduro, incluindo seus hábitos alimentares e locais de repouso. O planejamento envolveu a criação de uma réplica em tamanho real do esconderijo em Caracas para o treinamento de tropas de elite, garantindo que cada rota de entrada fosse exaustivamente ensaiada antes da ação definitiva.

A ordem para o início da missão foi dada pelo presidente Donald Trump às 22h46 de sexta-feira, a partir de sua residência em Mar-a-Lago. A mobilização contou com mais de 150 aeronaves, entre caças e bombardeiros, que aproveitaram uma janela de clima favorável para garantir o elemento surpresa. Segundo o general Dan Caine, oficial de mais alta patente envolvido, “Durante as semanas do Natal e do Ano Novo, os homens e mulheres das forças armadas dos Estados Unidos estavam prontos, esperando pacientemente que os gatilhos certos fossem acionados e que o presidente nos ordenasse a agir”.

Fogo no Forte Tiuna, maior complexo militar venezuelano, visto à distância após série de explosões em Caracas

Ataque também por terra

No terreno, a incursão durou cerca de duas horas e vinte minutos, atingindo pontos estratégicos como a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda e o porto de La Guaira. Moradores de Caracas relataram explosões massivas e o corte deliberado de energia elétrica, que mergulhou a capital em escuridão total. Trump confirmou a estratégia em entrevista, afirmando que “Íamos fazer isso há quatro dias, três dias atrás, dois dias atrás e, de repente, tudo se abriu. E dissemos: vá”, destacando a complexidade da manobra aérea coordenada.

Unidades da Delta Force lideraram o ataque por terra ao complexo residencial de Maduro, descrito como uma verdadeira fortaleza protegida por portas de aço. As tropas utilizaram maçaricos industriais para romper as barreiras físicas enquanto enfrentavam resistência armada, resultando em danos a um dos helicópteros norte-americanos. A ação culminou na detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação que o presidente dos EUA comparou a uma transmissão ao vivo de alta intensidade pela velocidade e violência empregadas.

A repercussão internacional foi imediata, com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva condenando a captura como um precedente perigoso para a comunidade internacional. Internamente, o governo enfrentou críticas de líderes do Congresso pela ausência de consulta prévia ao Legislativo. No entanto, o secretário de Estado, Marco Rubio, defendeu o sigilo absoluto da missão como medida essencial para evitar vazamentos que poderiam comprometer a segurança das tropas e o sucesso da Operação Absolute Resolve.

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