O documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido pela Globo na última segunda-feira (20/7), trouxe um registro sensível sobre a trajetória da cantora Preta Gil. A produção mergulha nos momentos desafiadores enfrentados pela artista após a confirmação de que o câncer no intestino, que parecia ter entrado em remissão no final de 2023, havia retornado com metástase em agosto de 2024.
As lentes do documentário acompanham de perto a rotina de tratamento da cantora, incluindo o período de adaptação ao uso da bolsa de colostomia. O influenciador Gominho, amigo próximo de Preta, destaca na obra o processo de aceitação vivido por ela. Segundo ele, embora o início tenha sido marcado por dificuldades, a cantora passou a encarar a nova realidade de forma distinta, utilizando sua visibilidade para desmistificar o tema.
Um dos pontos centrais da narrativa é a decisão da artista de compartilhar registros de sua vida cotidiana, como quando apareceu publicamente de biquíni exibindo a bolsa. Mesmo enfrentando críticas em redes sociais, Preta manteve a postura de naturalizar o uso do dispositivo, transformando sua experiência pessoal em um símbolo de autoestima. Assim como outros nomes do entretenimento que enfrentam momentos delicados, a cantora busca no apoio de amigos e familiares a força necessária para seguir com o tratamento oncológico.
Imagem meramente ilustrativa. Crédito da ilustrativa: Wikipédia
