Um raio atingiu um grupo de manifestantes na Praça do Cruzeiro, em Brasília, na tarde deste domingo (25), deixando ao menos seis pessoas feridas em estado grave. O incidente ocorreu durante um ato político que aguardava a chegada do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que realizou uma caminhada de 240 quilômetros desde Minas Gerais em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com informações da Polícia Militar do Distrito Federal, as vítimas foram prontamente encaminhadas a unidades hospitalares da região para receber atendimento médico especializado após a descarga elétrica.
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) relatou que o impacto do raio foi agravado pelo fato de os manifestantes estarem apoiados em um gradil metálico no momento da tempestade. Sob fortes chuvas que atingiram a capital federal, a organização do evento iniciou esforços para dispersar o público da praça e evitar novos acidentes. O deputado Nikolas Ferreira, que utilizava um colete à prova de balas por recomendação de sua equipe de segurança devido a ameaças recebidas, ainda não havia alcançado o destino final do percurso quando o fenômeno climático ocorreu.
A mobilização, que teve início na cidade de Paracatu (MG) na última segunda-feira (19), reuniu cerca de 400 apoiadores e diversas figuras políticas, como o pastor Silas Malafaia e o vereador Carlos Bolsonaro (PL-SP). O objetivo central do movimento é protestar contra as condenações de envolvidos nos atos de 8 de janeiro e demonstrar apoio ao ex-mandatário. Apesar da ausência física da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro, ambos manifestaram suporte à iniciativa de Nikolas Ferreira por meio de redes sociais e chamadas de vídeo durante o trajeto.
Mesmo sem participar da caminhada para evitar desgastes jurídicos, Michelle Bolsonaro incentivou os manifestantes em um encontro prévio com parlamentares, afirmando: “É um evento pacífico, ordeiro, conduzido por Deus”. Ela orientou que os apoiadores seguissem as instruções de Nikolas Ferreira e retornassem às suas casas após a conclusão do ato na capital. Como medida preventiva, o Governo Federal instalou grades de proteção ao redor do Palácio do Planalto, visando garantir a segurança institucional diante da movimentação política na região central da cidade.

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