Bahia mantém cautela financeira e mira reforços pontuais ainda em 2026

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O que você precisa saber

  • O Bahia prioriza o equilíbrio financeiro e não descarta novos reforços até o fechamento da janela em 11 de setembro.
  • O clube acumula um déficit de R$ 40 milhões em investimentos e estabeleceu o valor mínimo de € 10 milhões para negociar jogadores-chave.
  • A estratégia para as categorias de base foca em manter porcentagens dos direitos econômicos em futuras vendas, evitando negociações precoces.

O Esporte Clube Bahia segue atento ao mercado da bola antes do fechamento da janela de transferências, previsto para o dia 11 de setembro. Até o momento, o clube oficializou as contratações do goleiro Guido Herrera, do zagueiro Marco Moreno e do atacante Alejo Véliz. Durante entrevista exclusiva ao portal A TARDE, a diretoria indicou que, embora novas chegadas não estejam descartadas, a prioridade é preservar o equilíbrio das finanças tricolores.

O cenário financeiro do clube em 2026 apresenta um déficit entre investimentos e vendas. Segundo dados apurados, o Bahia desembolsou cerca de R$ 81 milhões em reforços, enquanto as negociações de atletas renderam aproximadamente R$ 41 milhões. O clube ainda projeta receber R$ 12 milhões adicionais de transações passadas. Para manter a saúde econômica, a gestão definiu que não aceitará ofertas inferiores a € 10 milhões (cerca de R$ 60,5 milhões) por peças-chave do elenco, postura que resultou na recusa de uma proposta de 7 milhões de euros do Besiktas pelo zagueiro Ramos Mingo.

A busca por novos nomes concentra-se, prioritariamente, na ponta direita, setor que demanda atenção devido ao término de contrato de Ademir e Kike Olivera ao final de 2026. A diretoria reforçou, contudo, que não pretende realizar investimentos arriscados, postura já demonstrada na negociação por Gabriel Pec, que não avançou justamente pela cautela orçamentária.

Em relação às categorias de base, o Bahia adota uma política de valorização de seus ativos. Conforme informações obtidas pelo portal A TARDE, o clube evita a venda precoce de promessas por valores baixos, visando evitar que clubes europeus obtenham lucros desproporcionais em negociações futuras. A estratégia atual, aplicada a jogadores como João Andrade, Dodô e Jampa, consiste em liberar atletas sem custos imediatos, mantendo entre 30% e 40% dos direitos econômicos para garantir participação em transações posteriores.

Crédito da ilustrativa: EC Bahia

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Perguntas frequentes

Quais jogadores já foram contratados pelo Bahia?

O clube oficializou as contratações do goleiro Guido Herrera, do zagueiro Marco Moreno e do atacante Alejo Véliz.

Por que o Bahia recusou a proposta do Besiktas pelo zagueiro Ramos Mingo?

A oferta foi de 7 milhões de euros, valor abaixo do piso de 10 milhões de euros definido pela gestão para peças-chave do elenco.

Qual é a prioridade do Bahia no mercado de transferências?

O clube busca reforços prioritariamente para a ponta direita, setor que terá carências ao final de 2026.

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