Trump e Xi Jinping confirmam encontro diplomático em Pequim para maio

encontro entre Donald Trump e Xi Jinping

A Casa Branca confirmou nesta quarta-feira (25) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, realizarão uma reunião bilateral em Pequim nos dias 14 e 15 de maio de 2026. O encontro entre Donald Trump e Xi Jinping ocorre em um momento de alta complexidade diplomática e é acompanhado de perto por investidores e diplomatas internacionais. A confirmação oficial encerra meses de espera por uma definição sobre a retomada do diálogo direto entre as duas maiores economias do planeta.

Segundo Karoline Leavitt, porta-voz do governo americano, o presidente fará a viagem acompanhado da primeira-dama, Melania Trump. Além das reuniões em território chinês, o planejamento diplomático já contempla uma visita de Xi Jinping a Washington ainda em 2026, em data que será definida nos próximos meses. Essa troca de visitas sugere um esforço para manter canais de comunicação abertos para tratar dos temas mais urgentes da relação bilateral, como tecnologia e segurança.

A agenda marcada para maio confirma um adiamento em relação aos planos originais, que previam o encontro para o início de abril. A mudança ocorreu após um pedido do próprio Trump, motivado pelo início das hostilidades com o Irã em 28 de fevereiro, quando ações militares foram lançadas por Estados Unidos e Israel. Questionada se a nova data sinaliza uma expectativa de fim dos combates, Leavitt comentou que “sempre estimamos aproximadamente de quatro a seis semanas, então dá para fazer as contas”, referindo-se ao tempo previsto para a duração do conflito.

Pautas e tensões geopolíticas

Os líderes devem focar as conversas em temas como comércio, segurança regional e guerra da informação. O encontro acontece em meio a episódios recentes de tensão, como a restrição de viagem imposta a executivos de uma empresa de US$ 2 bilhões sob investigação e o envio de 30 mil barris de combustível para o setor privado em Cuba. A cúpula servirá para ajustar a postura das duas nações em frentes que impactam diretamente a estabilidade geopolítica global e os mercados financeiros.

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